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Novidades do BLINDAO

Tudo o que mudou em cada versão. A atualização chega sozinha dentro do programa — esta página existe para você saber o que veio.

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26 versões publicadas

0.17.0

versão atual
  • Reprodutor de mídia na prévia. Clique num arquivo importado e assista a ele — com som — antes de jogar na linha do tempo. Vídeo, áudio e imagem. Os botões de reprodução passam a comandar o arquivo, e a barra de posição aparece só nessa hora; ao tocar na linha do tempo, tudo volta a ser do projeto.
  • Arquivos de áudio agora abrem no reprodutor. Antes, clicar num MP3 só mostrava um recado.
  • Som e imagem deixam de se separar. Quando o computador engasga, a imagem pula para o ponto certo — mas o som não podia pular, e ficava atrás até o fim da reprodução. Agora ele reencontra a imagem sozinho. Medido: o pior atraso caiu de 1,58 segundo para 0,24 segundo, sem nenhuma falha de áudio.
  • Menos travada no corte entre dois clipes. O trecho que está chegando deixa de ser aberto duas vezes: quem foi preparado com antecedência é quem entra no ar.
  • Arrastar a posição não empilha mais atraso no som. Ao pular para outro ponto, o áudio que já estava na fila é descartado; antes, cada pulo deixava um resto tocando e o atraso crescia a cada clique.

0.16.0

  • O envio de diagnóstico voltou a funcionar. Uma única linha de registro malformada fazia o servidor recusar o pacote inteiro, e o programa tentava mandar o mesmo pacote para sempre — o diagnóstico daquele computador parava de subir de vez. Agora a linha ruim é descartada sozinha e o restante segue normalmente.

0.15.0

  • Barra de posição arrastável abaixo da prévia. Mostra o progresso do vídeo e permite arrastar para navegar, tanto na reprodução normal do projeto quanto ao assistir um arquivo importado antes de usá-lo.
  • Reprodução mais fluida ao cruzar um corte entre dois clipes sem transição. O próximo trecho começa a carregar um pouco antes de chegar sua vez, em vez de só no instante exato do corte.

0.14.0

  • A linha do tempo não empurra mais a prévia para fora da tela. Com muitas faixas, ela agora tem um teto de altura fixo e ganhou uma barra de rolagem vertical própria — a prévia e o inspetor continuam visíveis não importa quantas faixas o projeto tenha.
  • Escolha a altura das faixas num menu (Pequeno/Médio/Grande). O gesto de Ctrl+roda continua funcionando; o botão "Altura" é o caminho descobrível para quem não conhecia o atalho.
  • Colapse qualquer faixa para uma tira fina. Uma seta no cartão de cada faixa esconde tudo (miniatura, forma de onda, controles) e deixa só o nome — útil para tirar do caminho as faixas em que você não está trabalhando agora.
  • Agrupe as faixas por tipo. A mesma opção "Altura" liga um agrupamento que organiza Vídeo, Áudio, Texto e Efeito em blocos com cabeçalho próprio, cada um colapsável de uma vez.
  • Solo de faixa. Um novo botão "S" no cabeçalho de cada faixa isola ela — só o que está em solo aparece na prévia e sai na exportação, sem precisar ocultar todas as outras manualmente.

0.13.1

  • Aparar um clipe acelerado ou em câmera lenta não faz mais a imagem saltar. O tamanho mostrado durante o arraste agora usa a mesma duração real da timeline em 0,5×, 1×, 2× e 4×, inclusive ao aparar pela esquerda ou usar ripple.
  • O botão da conta volta a abrir suas opções. Minha conta, Trocar senha e Sair aparecem imediatamente ao clicar no nome no canto superior.
  • Sair da conta protege o projeto antes de voltar ao login. O BLINDAO salva o arquivo aberto ou cria uma cópia de recuperação validada antes de invalidar a sessão; se a gravação falhar, o logout é cancelado sem perder o editor.

0.13.0

  • Edite diretamente pela prévia com o botão direito. Vídeos e imagens oferecem ajustar, preencher, centralizar, girar, espelhar, cortar/ampliar e restaurar; elementos visuais também podem ser divididos, duplicados ou excluídos sem procurar a ação na timeline.
  • Ajuste a velocidade de vários clipes de uma vez. A seleção aplica o valor somente a vídeos e áudios temporais compatíveis, e um único Desfazer recupera as velocidades individuais.
  • Use Ctrl+R para chegar à Velocidade. O atalho abre a categoria correta, expande Tempo e posiciona o foco no slider.
  • A conta ficou identificável no canto superior. Ícone de pessoa e nome deixam claro onde abrir Minha conta, Trocar senha e Sair; durante o novo login, o editor e o projeto não ficam expostos ao fundo.
  • O medidor de áudio ficou mais fluido e legível. As barras L/R atualizam suavemente, mantêm o pico e mostram sempre as zonas verde, amarela e vermelha e o aviso de clipping.
  • Mover e redimensionar na prévia ficou previsível em projetos com muitas camadas. O gesto permanece ligado ao elemento em que começou e respeita a ordem real de todas as faixas, inclusive Vídeo 3 e superiores.
  • O controle de Velocidade não aparece mais como uma linha vazia. Slider, valor e rótulo permanecem juntos ao alternar entre vídeo, áudio e seleção múltipla.
  • Clipes bloqueados não podem mais ser alterados arrastando a prévia. O cadeado individual e o da faixa são respeitados durante todo o gesto.

0.12.0

  • Proteja ou destaque qualquer área do vídeo com efeitos na timeline. A nova aba Efeitos oferece Desfoque de área, Mosaico de área, Tarja preta, Cor sólida, Vinheta, Desfoque total e Pixelado total.
  • Edite efeitos como elementos reais do projeto. Cada efeito pode ser posicionado no tempo, movido entre camadas, aparado, dividido, duplicado, desativado e configurado no Inspetor.
  • Ajuste a área diretamente na prévia. Efeitos regionais exibem uma moldura que pode ser movida e redimensionada sobre o vídeo, com Desfazer em um único passo.
  • A prévia e o arquivo exportado seguem a mesma geometria, duração e ordem de camadas. Efeitos acima de um texto também o afetam; efeitos abaixo preservam o texto nítido.
  • Efeitos sobrepostos são previsíveis. Dois ou mais efeitos ativos na mesma faixa são processados em uma ordem estável e idêntica na prévia e na exportação.
  • Desfoques fortes em áreas pequenas não interrompem mais a exportação. O raio é limitado ao tamanho seguro da região antes de chegar ao FFmpeg.
  • A Vinheta deixou de mudar de aparência ao exportar. Prévia e FFmpeg agora usam a mesma curva radial e a mesma combinação de intensidade e suavidade.

0.11.0

  • Acompanhe o áudio da prévia em tempo real. Um medidor estéreo L/R mostra RMS, picos em dBFS, retenção de pico e zonas verde, amarela e vermelha sem abrir a mídia outra vez nem acrescentar decodificação.
  • A conta logada fica acessível no canto superior. O menu mostra a identidade da sessão e oferece Minha conta, Trocar senha e Sair sem apagar nem desmontar o projeto aberto.
  • Sair da conta não perde o trabalho atual. A reprodução é pausada e o projeto continua na timeline enquanto o aplicativo pede a entrada em outra conta.
  • O editor não pode mais ser aberto sem autenticação. A opção “Continuar sem entrar” foi removida de todos os caminhos normais; sem uma sessão válida, entrar na conta ou fechar são as únicas opções. Uma sessão restaurada e ainda válida continua funcionando dentro da tolerância offline já confirmada pelo servidor.

0.10.0

  • Recupere ou troque sua senha sem depender do suporte. A janela de entrada agora abre diretamente a página segura de recuperação ou troca de senha. O link recebido por e-mail funciona uma vez, expira em 30 minutos e encerra as sessões antigas depois da alteração.
  • Ajuste o áudio de uma faixa inteira ou de toda a timeline. Clique no cabeçalho de uma faixa para selecionar seus clipes, ou em “Tudo” para selecionar o projeto inteiro. Volume, ganho e pan são aplicados em conjunto aos elementos que contêm áudio, com um único Desfazer.
  • Contas novas usam frases-senha mais resistentes. Cadastro, recuperação, troca pelo cliente e suporte seguem a mesma regra: no mínimo 15 caracteres, bloqueio de senhas previsíveis e proteção progressiva contra tentativas repetidas. Espaços e caracteres acentuados são aceitos.
  • Valores diferentes ficam claros no Inspetor. Ao selecionar vários elementos com volumes diferentes, o campo mostra “Misto”; o primeiro ajuste define o novo valor comum sem alterar textos, imagens ou clipes/faixas bloqueados.

0.9.1

  • Músicas colocadas em faixas de Áudio agora aparecem no vídeo exportado. A exportação mistura todas as faixas audíveis de vídeo e áudio, respeitando volume, ganho, pan, fades e o botão de silenciar. Antes, o arquivo podia terminar normalmente com o som do vídeo, mas sem a música adicionada na timeline.

0.9.0

  • Controle o volume diretamente no clipe. Todo vídeo ou áudio mostra uma linha de volume sobre a forma de onda. Arraste para cima ou para baixo, veja a porcentagem e use Ctrl+Z para desfazer o ajuste inteiro de uma vez.
  • Organize livremente a ordem das camadas. Os botões ▲ e ▼ movem a faixa inteira. A primeira linha aparece na frente, e a mesma ordem vale na prévia e no vídeo exportado, inclusive com três ou mais faixas.
  • Use todas as fontes instaladas no Windows. A lista de títulos não está mais limitada a seis fontes; a família escolhida também é usada na exportação.
  • Recupere projetos não salvos depois de uma queda. O salvamento automático cria uma cópia protegida a cada minuto. Projetos recuperáveis aparecem na tela inicial e no novo menu Arquivo → Projetos recentes.
  • Insira mídia entre clipes de forma magnética. Ao soltar sobre um corte válido, o editor abre espaço e desloca os clipes seguintes da mesma faixa. O botão verde da timeline liga ou desliga esse comportamento.
  • Projetos agora têm tipo de arquivo próprio. Depois de instalar, arquivos .beproj usam o ícone do BLINDAO e podem ser abertos com dois cliques.
  • Transições ficaram muito mais fluidas. O próximo clipe é preparado antes de a passagem começar, duas fontes podem ser lidas ao mesmo tempo sem disputar o mesmo caminho da placa de vídeo e as máscaras suaves são reutilizadas.
  • A forma de onda do áudio ficou maior e mais clara. Picos, partes silenciosas, Fade In e Fade Out aparecem diretamente no clipe; as marcações acompanham os controles do Inspetor em tempo real.
  • Cortar com S ficou previsível. Com um elemento selecionado, somente ele é dividido. Sem seleção, o corte atravessa todas as faixas naquele ponto.
  • Fotos e PNGs ficaram mais estáveis na prévia e nas transições. Imagens usam um quadro estático carregado e reutilizado, sem serem tratadas como vídeos com vários quadros.
  • Cortar e ampliar respeita melhor a proporção. Ao redimensionar uma moldura proporcional, o canto oposto permanece ancorado e a alça não salta para outra posição.
  • Mais funções explicam o que fazem. Controles de faixa, botões e opções de posição/tamanho mostram ajuda ao passar o mouse; arquivos de áudio exibem um cartão próprio em vez de parecerem sem miniatura.
  • Projetos com vídeos e imagens podiam falhar ao exportar uma transição. O editor agora iguala a taxa de quadros e a base de tempo antes de combinar os dois lados, evitando a falha que interrompia a exportação.
  • A imagem anterior ficava congelada quando a agulha passava por um espaço vazio. Uma lacuna agora aparece corretamente como quadro preto.
  • Pressionar Play no fim não fazia o projeto recomeçar. Agora a reprodução volta automaticamente ao início.
  • O áudio podia continuar sendo o de um projeto ou mídia anterior. Toda alteração estrutural invalida a mixagem antiga antes da próxima reprodução.
  • Salvar não deixava claro se havia funcionado. Ctrl+S agora confirma o nome do projeto salvo na barra inferior.

0.8.3

  • "Ver o que mudou" abria um arquivo de código no navegador. Em vez da página de novidades do site, o clique abria um arquivo cheio de chaves e aspas. Agora vai para a página certa, e o mesmo vale para o link do menu Atualização.
  • O aviso de nova versão virou um banner com dois botões: um para baixar a atualização na hora, outro para ler as novidades no site. Antes só havia o link de leitura — quem queria de fato atualizar tinha de entrar no programa e procurar o menu.
  • Escolher o formato do projeto agora mostra o aparelho. Horizontal desenha uma TV, vertical desenha um celular, quadrado desenha um visor de câmera — com brilho e movimento quando o mouse passa por cima. A silhueta é gerada a partir da resolução que o projeto vai ter, então ela nunca mostra um formato diferente do que você vai receber.
  • Cada projeto da lista aparece com uma miniatura do seu vídeo, em vez de um retângulo vazio. As imagens são preparadas em segundo plano e guardadas, então a janela abre na mesma hora de sempre e nas próximas vezes elas já estão prontas.

0.8.2

  • A reprodução na tela era travada, e não era falta de máquina. O programa pedia um quadro, esperava ele ficar pronto, desenhava, e só então pedia o próximo — com o leitor de vídeo parado mais da metade do tempo. Agora ele trabalha adiante, montando os próximos quadros enquanto os anteriores aparecem. Medido no mesmo gameplay: de 18 para 51 quadros por segundo.
  • Vídeo em duas camadas era uma loteria. Três reproduções seguidas do mesmo projeto davam desde travamento quase total até fluidez normal, sem nada explicando. A causa era um pedido apagando o outro. Agora as três dão o mesmo resultado, e a diferença entre elas é de 0,04%.
  • O projeto ignorava a taxa de quadros do seu vídeo. Todo projeto nascia em 30 quadros por segundo. Importar um gameplay de 60 não mudava nada: a prévia ficava limitada a 30 por construção, e o vídeo exportado também — metade dos seus quadros era descartada sem você escolher isso. Agora o projeto adota a taxa do primeiro vídeo que você importa, e avisa na barra de baixo quando faz isso. Se você já escolheu a taxa em Configurações do Projeto, a sua escolha manda e nada é mexido.
  • Metade dos quadros já prontos não chegava à tela. Depois da correção acima o computador já montava 51 quadros por segundo, mas a tela mostrava 25: o programa alternava entre buscar um quadro e desenhar um quadro, em vez de fazer as duas coisas em toda passagem.

0.8.1

  • O programa travava ao apertar Reproduzir pela primeira vez. Oito segundos de tela parada, sem nada indicando o que estava acontecendo. A causa era a busca pela saída de som, refeita do zero a cada vez. Agora ela é feita uma vez, em segundo plano, e a espera caiu para menos de 1 segundo — sem a janela travar em nenhum momento.
  • A qualidade da prévia não fazia diferença nenhuma. Baixar de 1/2 para 1/4 dava a mesma velocidade — ou seja, você abria mão da nitidez e não ganhava nada em troca. Agora reduzir a qualidade muda de verdade o modo como o vídeo é lido, e a prévia fica mais leve.
  • Vídeo em duas camadas piscava e uma delas parava de atualizar. Com um gameplay embaixo e uma câmera em cima, a camada de baixo era descartada a cada quadro. Agora as duas seguem juntas.
  • A prévia ficava presa em 30 quadros por segundo mesmo em projeto de 60. O relógio da reprodução estava fixo; agora ele segue a taxa do seu projeto.
  • A sombra do título não aparecia na prévia, mas saía no arquivo. Quem ligava a sombra não via nada mudar na tela, exagerava o ajuste até "aparecer", e recebia o vídeo com a sombra carregada. Agora a tela mostra a mesma sombra que o arquivo vai ter.
  • Não dava para atualizar o programa pela janela inicial. O aviso de nova versão aparecia, mas a janela de atualização abria atrás e não aceitava clique.
  • "Abrir Vídeo" não abria o arquivo exportado. Agora abre — e, quando o Windows recusa, o programa diz isso em vez de não fazer nada.
  • O zoom da linha do tempo fugia do lugar. Agora ele mantém a agulha onde está: você aproxima e continua vendo o mesmo ponto do vídeo.
  • Título de várias linhas com alinhamento e entrelinha. A caixa de texto agora aceita Enter também na hora de criar o título, e você escolhe se as linhas ficam alinhadas à esquerda, centralizadas ou à direita, além do espaço entre elas. Conferido quadro a quadro: o que a prévia mostra é o que sai no arquivo.
  • Controle de reprodução direto na prévia, sem precisar descer até a linha do tempo.
  • A transição agora é uma ponte entre os dois trechos, e não um pedaço que "come" um deles.
  • O programa usa todos os núcleos do processador e a placa de vídeo para ler o vídeo, em vez de se limitar a uma parte da máquina.

0.8.0

  • Vídeo empilhado sobre vídeo saía só um no arquivo. Quem punha um gameplay numa faixa e uma câmera (ou um segundo vídeo) na faixa de cima via os dois na prévia — e recebia um só no arquivo exportado. A faixa de cima era esticada para o quadro inteiro e tapava a de baixo por completo. Agora ela sai no tamanho e na posição em que você a deixou, e o vídeo de baixo aparece em volta, igual à prévia.
  • A exportação ignorava a configuração do projeto. Com o projeto em 1080x1920 (vertical, o formato de celular), a janela Exportar vinha marcada em 1920x1080 e o vídeo saía deitado, com tarjas pretas. Agora a exportação já nasce com a resolução do seu projeto.
  • Vídeo sem áudio derrubava a exportação inteira. Gravação de OBS com o microfone desligado — coisa comum — fazia a exportação falhar sem gerar arquivo, com uma mensagem incompreensível. Agora entra silêncio no lugar e o vídeo exporta normalmente.
  • A transição "Círculo fechando" fechava de um jeito na tela e de outro no arquivo. Na prévia o círculo encolhia devagar; no arquivo ele fechava de supetão. Medido no mesmo instante: 550 pixels de raio na tela contra 111 no arquivo. Agora os dois fecham igual — é a "transição que não parecia fluida".
  • A barra de exportação chegava a 100% e ficava parada muito tempo. A porcentagem era calculada só com a primeira faixa de vídeo: se um título, um áudio ou a segunda faixa terminassem depois, a barra enchia antes da hora e o "tempo restante" mentia 0:00 enquanto ainda faltava trabalho. Agora a conta considera todas as faixas.
  • E, quando o arquivo está sendo fechado, a janela diz isso — "Finalizando o arquivo…" — em vez de ficar cheia e imóvel parecendo travamento.
  • Barra de exportação animada. Fogo, faíscas subindo e brilho correndo pela barra. Enquanto o arquivo é fechado, a luz continua se movendo — sinal de que o programa está trabalhando.
  • Clique direto no elemento na prévia para selecioná-lo e movê-lo. Antes era obrigatório achar o clipe na linha do tempo primeiro. Agora clica no que você vê. A linha do tempo continua servindo para escolher um item específico quando há vários empilhados no mesmo ponto.
  • Arraste as pontas da caixa para aumentar ou diminuir o elemento. No título, isso muda o tamanho da letra — e vale no vídeo exportado, não só na prévia.
  • A caixa de seleção agora envolve o elemento de verdade. No título ela era um quadradinho fixo em volta do centro, que num título grande aparecia pequeno e torto por cima das letras. Agora ela abraça o texto, contorno e sombra inclusos.
  • Aplicar uma transição explica o que aconteceu. A mensagem diz que os dois trechos passam a se sobrepor para poderem se misturar, por quanto tempo, e que a caixa na linha do tempo é arrastável para mudar a duração. Antes a sobreposição parecia defeito ("um vídeo entrou no outro") e a pessoa desfazia o que estava certo.
  • "Relatar um problema" diz de onde veio o e-mail preenchido — da conta conectada neste computador — e deixa claro que dá para trocar.

0.7.3

  • Aplicar uma transição desalinhava todo o resto do vídeo exportado. A transição abria um buraco na linha do tempo, e a exportação simplesmente ignorava esse buraco — o arquivo saía mais curto que a prévia, e tudo depois da transição ficava fora de sincronia com os títulos e com o áudio. Sem transição nenhuma o problema não aparecia, então ele nascia exatamente na primeira transição aplicada. Era a razão de "aplicar transição não funciona".
  • Agora a transição encurta a linha do tempo de forma coerente: o que vem depois do corte anda junto — vídeo, título e áudio ao mesmo tempo, sem perder o sincronismo entre si. Um projeto de 15 segundos com uma transição de meio segundo exporta 14,5 segundos, e cada coisa continua no lugar certo.
  • Um projeto que começava depois do zero perdia esse começo. Se o primeiro clipe começava aos 3 segundos, o vídeo exportado começava direto nele — deslocando tudo em 3 segundos. Agora esse trecho sai preto, como na prévia.
  • Título "Máquina de Escrever": as letras aparecem uma a uma. Está na aba Título, em Movimento, e também na lista de animações do Inspetor — dá para aplicar em qualquer título seu. O efeito vale no vídeo exportado, não só na prévia. Nesta animação a posição X marca onde o texto começa (é isso que faz as letras crescerem para a direita em vez de pularem a cada letra digitada).
  • Importar legenda .srt (menu Arquivo). Cada bloco da legenda vira um título na faixa de texto, no tempo certo e com o estilo de legenda do catálogo. A partir daí é tudo igual a qualquer título seu: aparece na prévia, dá para arrastar, mudar cor, fonte e posição no Inspetor, e sai no vídeo exportado. Um Ctrl+Z desfaz a importação inteira, não legenda por legenda. Aceita os formatos que as ferramentas do mundo real produzem — vírgula ou ponto nos milissegundos, numeração fora de ordem, arquivo salvo no Windows — e uma linha estragada não derruba as outras.
  • Arraste um clipe por cima do outro e a transição aparece sozinha. E o melhor: a duração é a sobreposição que você desenhou — se você quer uma passagem de 1,2 segundo, arrasta 1,2 segundo, sem precisar aplicar e depois esticar. É o mesmo gesto do Shotcut e do OpenShot. Um Ctrl+Z desfaz o movimento e a transição juntos, porque foi um gesto só.
  • Projeto com muitos títulos deixou de correr risco de não exportar. O Windows tem um limite de tamanho para o comando que o BLINDAO envia ao motor de vídeo, e projetos pesados estavam chegando perto dele — a falha seria só "a exportação falhou", sem explicação. Medido: um projeto com 60 títulos gerava um comando de 22.812 caracteres, contra um teto de 32.767. Agora, quando o projeto é grande, essa parte vai por arquivo e o limite deixa de existir. Projetos comuns continuam exatamente como antes.
  • Aplicar transição num corte que já tinha uma não funcionava. Depois da primeira transição, o clipe passa a começar meio segundo antes do corte — e o programa procurava o corte no lugar errado. Na prática: você clicava em cima do corte, e o programa dizia que não havia corte ali. Agora ele procura onde o corte realmente está.
  • Não é mais preciso acertar o milissegundo exato. O cursor tinha de cair exatamente no corte para a transição ser aplicada. Agora vale a mira do olho: perto do corte já conta.
  • Quando a transição não pode ser aplicada, o programa diz por quê. Antes ele simplesmente não fazia nada — e não fazer nada, depois de um clique, parece programa travado. Agora aparece o motivo: não há clipe antes deste, ou o clipe é curto demais para uma transição visível.
  • Transição encurtada para caber agora avisa. Se você pede 1 segundo num clipe onde só cabem 400 ms, ela é encurtada — e isso é dito, em vez de acontecer calado.
  • Ctrl+Z não ganha mais passos vazios. Uma tentativa de transição que não deu certo entrava na lista de desfazer: você apertava Ctrl+Z, nada mudava na tela, e parecia que desfazer tinha quebrado.
  • Apagar o clipe da esquerda não bagunça mais o vídeo exportado. A transição que sobrava sem par podia ser aplicada, na exportação, entre dois trechos que nunca foram vizinhos.

0.7.2

  • Arrastar um título para a linha do tempo largava ele no cursor, não onde você soltou. Você mirava os 22 segundos, soltava lá, e o título entrava no comecinho do vídeo. Agora ele entra exatamente no ponto em que o mouse parou — e a mensagem embaixo confirma o tempo.
  • Trocar a proporção do projeto criava uma resolução que não existe. Num projeto 1920x1080, escolher "9:16 — Vertical" gerava um vídeo de 1920 x 3416 — mais alto que 4K, que nenhuma rede social aceita e que demora um tempo absurdo para exportar. Agora vira 1080 x 1920, e a prévia se ajusta na hora. Vale para todas as proporções: o que se mantém é a qualidade (1080p continua 1080p, deitado ou em pé).
  • O aviso de atualização só acendia se você clicasse nele. O programa consultava se havia versão nova no máximo uma vez a cada seis horas — e uma consulta feita à mão zerava esse relógio, então abrir o programa logo depois não consultava nada e o aviso ficava apagado mesmo com versão nova publicada. Agora ele consulta toda vez que abre, e o item Atualização pulsa sozinho quando há novidade. Nada é instalado sem você mandar.
  • O formato do projeto sumia da barra em tela estreita. Em notebook, o botão "1920x1080 · 16:9 · 30fps" era o primeiro a desaparecer quando faltava espaço — justamente o botão que abre as configurações e a única indicação de para qual formato você está editando. Agora ele encolhe para "⚙ 16:9" em vez de sumir. E num projeto novo ele já vem preenchido, em vez de aparecer em branco.
  • A ficha do seu computador não chegava se a internet estivesse fora naquele segundo. Ela era tentada uma única vez, ao entrar na conta. Se o Wi-Fi ainda estivesse conectando — o que é comum logo depois de ligar o PC — nada era enviado até a próxima vez que você abrisse o programa. Agora ele insiste até conseguir. Isso é o que permite o suporte responder "por que travou no meu PC" sem pedir print.
  • A transição virou uma caixa na linha do tempo. Antes ela era invisível: você aplicava e não tinha como saber onde estava, quanto durava, nem como mexer nela. Agora aparece uma caixa em cima da passagem, com o nome do efeito. Arraste as bordas para deixar a transição mais longa ou mais curta, ou pegue a caixa pelo meio e leve para outro corte. Um Ctrl+Z desfaz o movimento inteiro.
  • Dá para arrastar o título direto na prévia. Selecione o título e arraste-o para onde quiser dentro da imagem. A posição vai para o vídeo exportado, não só para a prévia, e Ctrl+Z desfaz.
  • Uma página no site com todas as versões e o que mudou em cada uma. O menu Atualização virou um botão: "Você está na versão X — ver novidades no site". A mesma página abre pelo aviso da tela inicial.
  • A tela inicial avisa quando existe versão nova, com um link para ler o que mudou. Se não houver, ela é exatamente a de antes.
  • "Ajuda → Sobre o BLINDAO VIDEO EDITOR". A única informação que aquela caixa tinha — a versão instalada — já fica visível o tempo todo na barra, no item Atualização.
  • Dá para saber em qual prateleira você está. As abas Mídia / Título / Transições / Filtros tinham praticamente o mesmo desenho estando abertas ou fechadas. Agora a aba aberta acende: fundo em degradê azul e um traço ciano embaixo. As outras três continuam discretas de propósito — se todas brilhassem, seria a mesma confusão de antes.
  • O campo de busca ficou visível. Ele tinha a aparência padrão do Windows, que sobre o fundo escuro do editor quase sumia — e com 29 transições, 23 filtros e 18 títulos, procurar deixou de ser opcional. Agora tem moldura própria, e ao clicar a borda acende, deixando claro onde o que você digita vai cair. O mesmo desenho na busca da Media Bin e na das prateleiras.
  • A janela de áudio começa enxuta. O bloco "Diagnóstico" — aquela parede de informação técnica que só serve para o suporte — vinha aberto e ocupava mais da metade da tela. Agora vem fechado, com uma seta ao lado do nome: quem precisa clica e ele abre inteiro, com o botão de copiar. A janela ficou quase metade da altura.

0.7.1

  • Título com "%" não exportava. Escrever "50% de HP" ou "GG 100%" fazia a exportação falhar sem gerar arquivo nenhum — e o texto aparecia normalmente na prévia, então não havia como desconfiar. Pior: um texto como "%{pts}" saía no vídeo como um número no lugar da palavra.
  • Título com apóstrofo não exportava. "vai da'quele jeito" derrubava a exportação do mesmo jeito, sem arquivo e sem explicação.
  • O programa não abria em computador recém-formatado. Faltavam cinco arquivos do sistema que o Windows precisa para iniciá-lo e que só existem em máquinas onde já se instalou outro programa que os trouxe. Quem instalasse num Windows novo via apenas uma mensagem de erro do próprio Windows, sem nem chegar a abrir a tela do editor. Agora eles vão junto no instalador.
  • A instalação em Windows antigo demais agora avisa antes. O editor exige Windows 10 versão 1809 ou mais novo. Antes ele instalava normalmente e quebrava depois, com um erro incompreensível; agora o instalador diz o motivo na hora.
  • Um arquivo de teste interno estava sendo instalado junto com o programa. Ele não fazia nada, só ocupava espaço — e some das instalações antigas ao atualizar.
  • Ao escolher um título, ele já abre pronto para editar. Antes o título entrava na linha do tempo mas ficava sem seleção, e o painel da direita continuava pedindo para você clicar nele. Agora o painel abre direto na aba Texto.
  • Contorno, sombra, caixa de fundo e animação agora podem ser ajustados. Esses estilos já existiam nos títulos prontos, mas não havia como mudá-los depois de escolher — quem pegava "Título com Contorno" ficava com aquele contorno para sempre.
  • Nove posições prontas para o título (superior esquerdo, centro, inferior direito e as demais), além das barras de posição fina. As posições respeitam a margem de segurança das redes sociais, para o texto não ficar escondido atrás da interface do TikTok ou do Reels.

0.7.0

  • Aba Títulos, com 17 estilos prontos. Ao lado de Mídia, Transições e Filtros, agora tem uma prateleira de títulos: título grande, subtítulo, legenda, legenda com caixa, contorno, sombra, manchete, citação, impacto gamer, neon, alerta, contagem, terço inferior, crédito final e três com movimento. Clique num deles — ou arraste para a linha do tempo — e ele entra na faixa de texto, no cursor. O cartão da prateleira é desenhado pelo mesmo código da prévia, então o estilo que você vê no cartão é o que o clipe recebe.
  • Títulos com contorno, sombra, caixa de fundo e movimento de entrada. Tudo isso chega ao vídeo exportado, não só à prévia.
  • O título aparecia num lugar na prévia e noutro no vídeo exportado. Quem arrastasse um título para o canto via ele no canto na prévia e recebia centralizado no arquivo — a exportação ignorava a posição horizontal. A vertical também saía deslocada. Defeito antigo, que ninguém tinha notado.
  • De 13 para 29 transições. Entraram dezesseis, em três famílias:
  • Cantos — a cena fecha em direção a um dos quatro cantos.
  • Fechar e abrir — a imagem fecha no centro e reabre já no clipe seguinte, em círculo ou em retângulo.
  • Suaves — círculo abrindo e fechando, abertura ao meio na vertical e na horizontal, e quatro diagonais. Nestas a passagem é um degradê que atravessa a tela inteira, sem borda marcada.

0.6.0

  • Configuração (menu Editar). Uma janela nova mostrando o que o BLINDAO reconheceu do seu computador — quantos núcleos ele tem, se a placa de vídeo está disponível — e qual configuração ele escolheu por causa disso, com o motivo escrito por extenso. Se você discordar, dá para escolher à mão quantos núcleos ele usa.
  • Dá para editar enquanto o vídeo de trabalho está sendo preparado. Ao importar um arquivo grande, o BLINDAO monta uma cópia leve em segundo plano — e até agora isso deixava a edição travada enquanto não terminava. A prévia saiu da fila da placa de vídeo e passou a usar o processador, que estava ocioso. Medido: a janela respondeu nas 12 medições, com o vídeo tocando e a cópia sendo montada ao mesmo tempo. E a preparação do arquivo não ficou um segundo mais lenta.
  • O BLINDAO reconhece o seu computador ao abrir e se ajusta sozinho. Antes usava a mesma conta em qualquer máquina, calibrada num computador forte. Quem mais ganha é quem tem computador mais simples: um de 4 núcleos recebia metade do que precisava, agora recebe o dobro e se apoia mais na cópia leve — que é o que de fato destrava a edição nessas máquinas.
  • A prévia ficou muito mais rápida quando roda pelo processador. Ela usava um núcleo só, em qualquer computador. Num arquivo 3440×1440 a 60 quadros isso entregava 22 quadros por segundo, e o vídeo travava. Agora passa de 140 no mesmo arquivo.
  • O botão de fechar da janela nova aparecia em inglês. Agora está em português, como o resto do programa.

0.5.3

  • O formato do projeto agora é um botão. Aquele texto na barra da prévia mostrando a resolução ("1920x1080 · 16:9 · 30fps") ganhou uma engrenagem e virou clicável: abre direto as Configurações do Projeto, onde você muda proporção, resolução e taxa de frames. A função existia desde o início, mas escondida no menu Arquivo — agora ela está onde você olha. O rótulo do botão se atualiza na hora, confirmando a mudança.
  • Configurações do Projeto completas: entraram espaço de cor (marca o arquivo exportado — o editor não converte HDR/SDR) e taxa de amostra do áudio. As duas escolhas ficam salvas dentro do projeto.
  • "Usar isto como padrão para novos projetos": marque uma vez e todo projeto novo já nasce com a sua taxa de frames, espaço de cor e taxa de amostra. A proporção escolhida na tela inicial continua valendo — o padrão preenche o resto.
  • Só existe um lugar para procurar atualizações. O menu "Ajuda" tinha um "Procurar atualizações..." que fazia exatamente o mesmo que o menu "Atualização" ao lado — duas portas para o mesmo cômodo. Ficou só o menu "Atualização", que já mostra a versão instalada sem você precisar abrir nada e avisa sozinho quando sai uma nova.
  • Não dava para exportar quando o vídeo estava na faixa "Vídeo 1". Você arrastava o gameplay para a faixa de cima, apertava EXPORTAR e o programa dizia que a faixa de vídeo principal estava vazia — mesmo com o vídeo ali, à vista. Agora a exportação aceita o vídeo em qualquer faixa de vídeo. O aviso antigo também foi trocado: ele só aparece quando nenhuma faixa tem vídeo, e diz o que fazer.
  • Barra de rolagem na linha do tempo. Com um gameplay longo e a linha do tempo ampliada, não havia como saber que pedaço do vídeo estava na tela nem ir para outro trecho — só a roda do mouse. Agora existe uma barra embaixo das faixas, e a largura dela mostra quanto do projeto cabe na tela: barra pequena, muita coisa fora da vista. Ela some sozinha quando o projeto inteiro já cabe.
  • O nome da faixa sumia atrás do clipe. Ao arrastar a linha do tempo para a direita, o clipe era desenhado por cima da coluna da esquerda: o cartão "Vídeo 1" desaparecia e o "+ Adicionar faixa" ficava cortado.
  • Botões que não podiam ser usados pareciam ativos. Ficavam claros e coloridos como os outros, e clicar não fazia nada — parecia defeito do programa. Agora escurecem de verdade, e o motivo continua aparecendo ao passar o mouse.
  • O ícone da lixeira continuava aceso mesmo com o botão desligado, porque um desenho colorido do sistema ignora a cor pedida. Trocado por um traço que obedece.
  • Com a janela estreita, os nomes dos botões saíam cortados na barra da linha do tempo.
  • O botão de marcador exigia um clipe selecionado. Marcador é um ponto no tempo, não no clipe — agora funciona sempre.
  • A instalação deixava 77 MB de arquivos técnicos para trás. Quem instalou a versão 0.4.0 ou anterior tem no computador arquivos de diagnóstico que não servem para nada a quem usa o programa e ocupam mais espaço que o próprio editor. Esta versão apaga esses arquivos ao instalar, sem tocar nos seus projetos.

0.5.0

  • Botões de edição na barra da linha do tempo. As ferramentas de corte existiam e só podiam ser alcançadas por atalho de teclado ou pelo botão direito — quem instalava o programa não tinha como descobrir. Agora estão à vista, à esquerda dos controles de reprodução: dividir, juntar, duplicar, marcador, fechar espaços vazios e as duas de apagar.
  • Cada botão mostra o nome e a tecla de atalho ao passar o mouse — é assim que você aprende os atalhos.
  • As duas de apagar ficam separadas das demais, de propósito: um clique errado ali apaga trabalho.
  • Quando uma ação não se aplica, o botão fica cinza explicando o motivo em vez de desaparecer.
  • Um aviso interno do Qt aparecia ao encerrar a checagem de atualizações pela linha de comando.

0.4.0

  • Relatar um problema: um botão sempre visível no canto superior abre uma janela guiada — o que você estava fazendo, o que aconteceu, se foi uma vez ou toda vez — e mostra exatamente o que vai junto antes de enviar: registros técnicos (sem os caminhos dos seus arquivos), a ficha da máquina, a versão instalada, e o nome e a quantidade de clipes do projeto aberto — nunca o conteúdo. O print da tela é opcional, com prévia antes de mandar, e nenhum vídeo, áudio ou caminho de arquivo seu é enviado.
  • Menu "Atualização" na barra de menu, sempre mostrando a versão instalada. Avisa sozinho, com um brilho suave, quando existe uma versão nova — e para de avisar assim que você abre o menu uma vez, voltando a avisar só se sair uma versão ainda mais nova.

0.3.2

  • A exportação voltou a usar a sua placa de vídeo. O programa testava a placa com uma imagem pequena demais, que as placas NVIDIA recusam por regra — e concluía que você não tinha aceleração. Resultado: exportava pelo processador, muito mais devagar, em máquinas que exportam rápido. Agora o teste usa um tamanho válido e a placa é reconhecida.
  • Menu de contexto: clique com o botão direito num clipe e veja tudo que dá para fazer — dividir, duplicar, copiar, colar, apagar, apagar fechando o buraco, transição, cortar e ampliar, velocidade e bloquear. O que não se aplica aparece explicando por quê, em vez de sumir.
  • Menu "Editar", com o atalho de teclado escrito ao lado de cada ação.
  • Juntar: dois pedaços do mesmo vídeo que eram vizinhos voltam a ser um só.
  • Marcadores: marque os bons momentos enquanto assiste, com M, e pule entre eles. Ficam salvos no projeto.
  • Selecionar vários clipes com Ctrl+clique ou arrastando um laço, e mover ou apagar todos de uma vez.
  • Copiar, colar e duplicar (Ctrl+C, Ctrl+V, Ctrl+D).
  • Mover com as setas: um quadro por vez, ou um segundo com Shift.
  • Pular para a borda do clipe com J e L — é o que deixa o corte preciso sem ampliar ao máximo.
  • Encaixe magnético melhorado: agora o fim de um clipe encaixa no começo do outro, que é o alinhamento mais comum, com uma linha mostrando onde travou.
  • Zoom com Ctrl+roda amplia no ponto do cursor, e há "ajustar ao projeto" e "ampliar na seleção".
  • Fechar espaços vazios da faixa numa ação só — preservando as transições.
  • Dividir todas as faixas no cursor de uma vez.

0.3.1

  • A música colocada numa segunda faixa não saía no vídeo exportado. Ela aparecia na linha do tempo e sumia no arquivo final. Agora o áudio de todas as faixas é somado, tanto na exportação normal quanto na exportação só de áudio.
  • Ao entrar com a conta já em uso em outras máquinas, o programa dizia apenas "fale com o suporte". Agora ele diz quais máquinas estão ocupando as vagas e o que fazer.
  • Registros do programa podiam sair embaralhados quando duas partes escreviam ao mesmo tempo — o arquivo que você manda ao suporte agora sai íntegro.
  • Ajuda → Procurar atualizações: o programa consulta se há versão nova, baixa e confere a integridade do arquivo antes de instalar. Também verifica sozinho, em silêncio, sem incomodar quem só quer editar.
  • Falhas do FFmpeg agora entram no registro. Quando um vídeo não abre, o motivo técnico fica gravado — o suporte descobre a causa sem pedir print.
  • O registro não cresce mais sem limite no seu disco: ele é rotacionado e limpo sozinho.

0.3.0

  • Conta BLINDAO: você entra com o e-mail e a senha do cadastro. A sessão fica guardada na máquina, cifrada pelo próprio Windows, então você não digita a senha toda vez.
  • Funciona sem internet. Depois de entrar uma vez, o programa abre e trabalha normalmente com a conexão fora do ar. Quem já comprou tem 14 dias de folga antes de precisar reconectar.
  • Aviso permanente na barra de status com a situação da sua conta e quantos dias faltam do teste. Ninguém é surpreendido no último dia.
  • Ajuda → Exportar diagnóstico...: gera um .zip com os registros do programa e a ficha da máquina para mandar ao suporte. Nenhum vídeo e nenhum caminho seu vão junto — os caminhos são reduzidos ao nome do arquivo antes de entrar no pacote.
  • Envio automático dos registros de erro para o suporte, ligado à sua conta, para que uma falha na sua máquina possa ser investigada sem você precisar explicar o que aconteceu.
  • Ao terminar o teste, só a exportação é bloqueada. Abrir, editar e salvar continuam funcionando — o seu trabalho continua seu.
  • Sem marca d'água em nenhum momento, nem durante o teste.